A distribuição de vagas na rede municipal de Educação de Ibaté voltou ao centro dos debates na última sessão ordinária da Câmara. Muitos parlamentares cobraram da Prefeitura informações sobre o número de crianças na fila de espera e os critérios utilizados para conceder matrículas, especialmente na Escola Municipal Alice Rossito Cervoni.
A principal crítica política foi relacionada à falta de tecnologia no processo de inscrição dos alunos, que ainda é realizado de forma manual, sem um sistema que permita às famílias acompanhar sua posição na fila.
As cobranças não são recentes. Desde 2025, requerimentos apresentados no Legislativo pedem dados sobre o déficit de vagas em creches e escolas, além de informações sobre os critérios de prioridade e a ordem de convocação das crianças.
A repetição desses problemas — apontados por diferentes vereadores, em momentos distintos, mas sempre girando em torno da mesma pergunta básica: “quem manda, com que critério e em que fila?” — é o tipo de padrão que caracteriza um problema estrutural, e não um mal-entendido pontual.
Em entrevistas à imprensa, o prefeito Ronaldo Venturi (PSD) destacou o planejamento tático e as prioridades de sua gestão, apresentando um pacote de realizações, como reformas em unidades escolares, revisão de telhados, melhorias em salas de aula e cozinhas, reforma de playgrounds, monitoramento da merenda, manutenção do fornecimento de uniformes e ampliação do quadro de professores da educação especial. Ele também mencionou a instalação de sinalização sonora para crianças autistas e o cumprimento da legislação federal sobre o número máximo de alunos por professor na educação infantil.
Ao mesmo tempo, Venturi admitiu que, ao assumir o cargo, encontrou desafios relacionados à reorganização administrativa, às contas públicas e à estrutura dos serviços essenciais. Também definiu 2025 como um ano de organização e planejamento, deixando para 2026 o início da “colheita dos resultados”. Essas declarações, lidas em conjunto com os requerimentos da Câmara, contam duas histórias paralelas: de um lado, o discurso oficial de obras entregues e de um planejamento em andamento; do outro, um Legislativo que segue sem receber, publicamente, os números básicos sobre quantas vagas faltam e como elas são distribuídas.
Diante desses dilemas, a presidente da Câmara, vereadora Viviane da ONG (Podemos), sugeriu a realização de uma audiência pública com a participação do prefeito, da secretária de Educação, de pais, de professores e da população interessada nesse debate.
A distribuição de vagas na rede municipal de Educação de Ibaté voltou ao centro dos debates na última sessão ordinária da Câmara. Muitos parlamentares cobraram da Prefeitura informações sobre o número de crianças na fila de espera e os critérios utilizados para conceder matrículas, especialmente na Escola Municipal Alice Rossito Cervoni.
A principal crítica política foi relacionada à falta de tecnologia no processo de inscrição dos alunos, que ainda é realizado de forma manual, sem um sistema que permita às famílias acompanhar sua posição na fila.
As cobranças não são recentes. Desde 2025, requerimentos apresentados no Legislativo pedem dados sobre o déficit de vagas em creches e escolas, além de informações sobre os critérios de prioridade e a ordem de convocação das crianças.
A repetição desses problemas — apontados por diferentes vereadores, em momentos distintos, mas sempre girando em torno da mesma pergunta básica: “quem manda, com que critério e em que fila?” — é o tipo de padrão que caracteriza um problema estrutural, e não um mal-entendido pontual.
Em entrevistas à imprensa, o prefeito Ronaldo Venturi (PSD) destacou o planejamento tático e as prioridades de sua gestão, apresentando um pacote de realizações, como reformas em unidades escolares, revisão de telhados, melhorias em salas de aula e cozinhas, reforma de playgrounds, monitoramento da merenda, manutenção do fornecimento de uniformes e ampliação do quadro de professores da educação especial. Ele também mencionou a instalação de sinalização sonora para crianças autistas e o cumprimento da legislação federal sobre o número máximo de alunos por professor na educação infantil.
Ao mesmo tempo, Venturi admitiu que, ao assumir o cargo, encontrou desafios relacionados à reorganização administrativa, às contas públicas e à estrutura dos serviços essenciais. Também definiu 2025 como um ano de organização e planejamento, deixando para 2026 o início da “colheita dos resultados”. Essas declarações, lidas em conjunto com os requerimentos da Câmara, contam duas histórias paralelas: de um lado, o discurso oficial de obras entregues e de um planejamento em andamento; do outro, um Legislativo que segue sem receber, publicamente, os números básicos sobre quantas vagas faltam e como elas são distribuídas.
Diante desses dilemas, a presidente da Câmara, vereadora Viviane da ONG (Podemos), sugeriu a realização de uma audiência pública com a participação do prefeito, da secretária de Educação, de pais, de professores e da população interessada nesse debate.







